sexta-feira, 30 de março de 2012

Metrô: Manual de Instruções

Frente à completa inabilidade e confusão da população da Grande São Paulo em utilizar nosso luxuoso e ágil sistema de transporte subterrâneo, cá vão algumas instruções básicas para um melhor aproveitamento desse tão útil e aconchegante meio de transporte.



1 – Os meandros metroviários são populados por gente de todos os tipos. Gente que está passeando, gente que veio visitar a cidade, gente que está indo para o trabalho etc. Se você faz parte de um dos dois primeiros grupos, coloque a mão na consciência e aperte um pouquinho mais o passo. O metrô não é um videoclipe e você não é a Lana Del Rey para ficar saracoteando por aí toda lânguida. Agora, se as suas capacidades motoras não te permitirem caminhar a uma velocidade decente, ande pelos cantos dos corredores para não atrapalhar quem está com pressa.



2 – Se nem a Madonna sustenta mais fazer uma apresentação ao vivo sem playback o que você acha que te chancela a cantar dentro do vagão do metrô?! Bom, sua linda voz e afinação é que não. Espelhe-se nas grandes divas: DUBLE! Ninguém repara – a menos que você emende uma coreô.



3 – Não sei se vocês já ouviram esse velho dito chinês. É mais ou menos assim: “Tem sempre uma vadia que para na esquerda”. O provérbio versa sobre as inconvenientes pessoas que insistem em ficar paradas no lado esquerdo da escada rolante. O lado esquerdo da escada não foi feito para ficar admirando seu boy magia, nem para dar aquela respiradinha, nem para plantar bananeira. O lado esquerdo da escada rolante foi feito para pessoas apressadas, que, ao contrário de você, não estão com a vida ganha e precisam chegar no trabalho na hora. Até as lideranças políticas concordam com este argumento:

PSTU

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4 – Seu tórrido caso de amor com o Wanderclayson do Almoxarifado é realmente muito interessante – para você. O resto das pessoas não precisa, nem quer, saber o que vocês fazem ou deixam de fazer quando o supervisor do setor vai tomar café. Se os pudores de revelar intimidades em público não te comoverem, pense que o seu supervisor pode estar no mesmo vagão que você.



5 – Os assentos sinalizados são de uso exclusivo de pessoas portadoras de necessidades especiais, idosos, gestantes, pessoas com crianças de colo e cães malabaristas aposentados. Estando ausentes pessoas – e cães – nessas condições, o uso dos bancos é livre. As pessoas ainda se confundem muito com essa regra. Eu explico: Se seu filho tem mais de cinco anos e já consegue ficar de pé feat. equilibrar-se sozinho, ele NÃO é uma criança de colo; se você usar uma tiara com um par de orelhas e morder um pino de boliche, você NÃO é um cão malabarista, então pare de tentar bancar o espertinho! Se a Companhia de Transportes se deu ao trabalho de sinalizar TODOS esses bancos, é porque o pessoal realmente precisa deles. E outra, não lance laser eyes sobre quem usa os bancos preferenciais quando não há pessoas portadoras de necessidades especiais, idosos, gestantes, pessoas com crianças de colo nem cães malabaristas aposentados. A regra não diz nada sobre poltergeists, portanto o uso é LIVRE!



6 – Por mais que as pessoas reclamem, o metrô de São Paulo é bastante seguro. Pode haver furtos e casos de assédio sexual, mas existe um sistema muito eficiente de denúncia por SMS que já deu fim em muita gente engraçadinha. Então, é preciso dizer que os vagões NÃO PRECISAM DE PORTEIROS! Vai desembarcar na estação da Luz? Então por que ficar grudado na porta desde a estação Saúde?! Não sei se vocês já repararam, mas os trens do sistema metroviário paulistano são dotados de lindos CORREDORES. E eles se sentem muito desprestigiados quando não os usamos…



7 – Sei que você precisa bater cartão e que se você chega atrasado o chefinho desconta do seu salário no final do mês, mas ei! Peraí! Isso não é problema meu :D Portanto, tenha a bondade de esperar que as outras pessoas se retirem do vagão para que você adentre.

Não há muito o que concluir, a não ser FICA A DICA!

quinta-feira, 29 de março de 2012

Drops: Óculos Ganância da Absurda

Acabei de receber umas fotos de uns óculos gananciosíssimos! O modelo da Absurda se chama Parque Chas e foi inspirado no bairro argentino. Há três opções de cores e, cá para nós, são bem charmosas!







Os óculos podem ser adquiridos pelo site da Absurda e custam R$450,00 (Dá-lhe cartão de crédito!!!)


segunda-feira, 19 de março de 2012

O Guia da Bolsa Masculina - por Fabio Garcia



Não tem pra ninguém! Quando o assunto é bolsa masculina Fabio Garcia é quase autoridade absoluta. Além de saber como poucos sobre como usar cada modelo, ele sabe tim tim por tim tim da história deles. Já fazia um tempo que eu, um apaixonado por bolsas, queria publicar um pequeno guia sobre o assunto aqui no blog, mas me faltava conhecimento. Foi então, que convidei o Fabio e ele, muito gentilmente, aceitou.

Para quem não o conhece ainda, Fabio é administrador de empresas e começou se caso de amor com as bolsas e pastas quando trabalhava para uma multinacional norte-americana. A paixão foi tão grande que ele passou a ministrar cursos dentro da empresa sobre o uso do acessório e acabou por criar o blog Bolsas de Valor. Sem querer puxar saco, mas sempre que recebo a newsletter, tenho palpitações.



Sem mais delongas, com a palavra, Fabio Garcia:

Taí um assunto que aos poucos, aos trancos e barrancos vem conquistando seu espaço no universo masculino. As grifes e estilistas estão tentando faz tempo introduzir esse acessório – às vezes tão mal interpretado – no guarda-roupa do homem;  e, finalmente o homem contemporâneo percebeu que não tem mais bolso que aguente. Está faltando bolso para se levar tantos gadgets.

A maioria dos homens opta pela mochila para levar tudo o que precisa, mas em algumas ocasiões a mochila não é adequada, ela acaba sendo muito informal e jovial. Por outro lado, a boa e velha pasta é muito séria e formal nesse mundo pós Vale do Silicio.

Então se você está nesse meio do caminho, começou a trabalhar e quer opções para levar a tira-colo dê uma olhada em alguns tipos de bolsas selecionadas especialmente para você.



Bolsa Carteiro

São as bolsas masculinas com uma alça grande para serem carregadas cruzadas nos ombros, com abertura através de uma aba grande frontal. Sua exata origem não é 100% conhecida, contudo, o que se tem certeza é que ela sempre teve sua história ligada às entregas postais, começando por volta de 1860 quando o serviço chamado Pony Express - correio expresso que levava correspondências a cavalo cruzando territórios selvagens do Velho Oeste Americano- supostamente, esses cavaleiros foram os primeiros a usarem bolsas cruzadas no estilo do que é hoje a bolsa carteiro.

Mas foi na Nova York dos anos 50 que a atual bolsa carteiro começou a tomar sua forma atual e a ganhar popularidade. A empresa Globe Canvas, de Franck De Martini, criou para uma empresa de telefonia, bolsas em tecido de algodão resistente e repelente à água para que os funcionários pudessem ficar pendurados nos postes e ter as mãos livres e com fácil acesso às suas ferramentas.

Algumas décadas mais tarde, em 1970, essas bolsas começaram a serem utilizadas pelos entregadores de correspondência que percorriam a cidade de bicicleta. Na décade de 80, a profissão de mensageiro se popularizou e consequentemente a demanda por suas bolsas fizeram aparecer por todo o país novas empresas especialistas no assunto incluindo outra fabricante de Nova York, a Manhattan Portage (1980), a Zo Bags (San Francisco, 1984), a Courierware (Boston, 1985), a Pac Designs (Toronto, 1989) e a Timbuk2 (San Francisco, 1989).

Nesta altura cada empresa local começou a fazer modificações no modelo original e ter sua própria versão de bolsa carteiro para atender não somente a demanda dos couriers mas também para clientes que queriam bolsas como as deles.

A bolsa carteiro como a conhecemos estava consolidada como um objeto utilitário, prático e bem masculino e ao mesmo tempo informal e descontraído, podendo ser facilmente uma substituta da mochila.

Tem para todos os gostos e bolsos, inclusive algumas que utilizam material diferente do comum como feltro e as 100% em couro que dão um ar ainda mais sofisticado, possibilitando até se usar com terno e gravata.


Bolsa carteito em feltro com alça de couro, CargaBags, ideal para se usar em ambientes mais descontraídos, por exemplo, se você trabalha num agência de publicidade ou como designer gráfico.




Bolsa Carteiro em couro Zara, bolsa carteiro clássica e versátil, vai do jeans até roupa social (camisa e paletó).



Bolsa Carteiro em Canvas e detalhes em Couro, da grife Hasso, por ser em Canvas, fica melhor com jeans ou calça social com camiseta ou camisa.


Bolsa Carteiro em couro Tiffany, esse é um exemplo de bolsa carteiro mais sofisticada e pode até ser usada com terno e gravata.

Bolsa Sacola (Tote Bag)

Tote é um termo em inglês que também pode significar carregar, e é exatamente esse o propósito básico da bolsa sacola: ser prática e resistente para se jogar tudo dentro, carregando o que se precisa dentro dela. Por esse motivo, às vezes as tote bags podem ainda serem chamadas de shopper bags.

Elas se tornaram popular nos EUA por volta de 1944 quando a LL Bean, uma empresa fundada em 1912 de equipamento e vestuário de outwear, lançou a Boat Bag:


Mas somente em meados de 1950 essa bolsa ganhou status de item de moda quando a designer da grife americana Coach, Bonnie Cashin, lançou sua versão de tote bag. Esse tipo de bolsa tem um design bem simples: um grande compartimento interno, fundos reforçados e duas alças de mão.

É também o tipo de bolsa que mais assusta os homens devido à sua ligação com o mundo feminino, já que foram as mulheres as primeiras a se valer da praticidade delas no dia a dia. Hoje, principalmente na Europa, é um dos modelos de bolsas masculinas mais utilizados. Mas a confusão é tanta que muitas das bolsas sacolas lançadas pelas grifes em suas coleções masculinas são compradas pelas mulheres.

Na verdade, bem na verdade e na minha modesta opinião considero esse tipo de bolsa como unissex.


Alguns especialistas no assunto consideram a Bolsa Sacola como a substituta da tradicional pasta executiva. Uma dica é sempre optar por aquelas que tenham a alça removível para se levar no ombro ou cruzada, facilita a vida e elimina qualquer dúvida sobre a masculinidade da bolsa.

Vejamos alguns modelos:


Bolsa Sacola em Canvas e detalhes em Couro, da grife Hasso,vai do jeans até o esporte fino.




Bolsa Sacola em couro da grife Burberry, bolsa em couro rígida, pode ser levada no trabalho sem problemas, mesmo se você trabalaha bem social.


Bolsas Sacola da grife americana Coach, levam desenhos e por isso devem ser usadas nos fins de semana, viagens de lazer.

Barrel Bag ou Gym Bag

Leva esse nome por conta do seu formato cilíndrico, sempre com alças de mão e outra maior para se levar nos ombros; é uma miniatura da bolsa de viagem ou duffel bag. Em alguns lugares é também chamada como GymBag (bolsa de ginástica). Independente do material (couro, algodão, canvas, PVC) essa bolsa é predominantemente esportiva.


Bolsa Barrel em tecido da Topman.

Bolsa Barrel em PVC da Fred Perry.

Bolsa Barrel em jeans da Zara.

Capangas e Portfólios

Agora, se você é antenado já deve ter percebido que as capangas e portfólios estão voltando com tudo. Graças ao tablet!

Como agora a onda é ter tablet que é muito mais leve e mais fino do que os notebooks, eles cabem nos portfólios ou pastas de mão:


Portfólio em couro da Bally, super classudo devendo ser usado nas reuniões de trabalho mais formal.



Portfólio em couro perfurado da Prada, mais descolado e moderno.

Algumas grifes como a Burberry criaram até uma bolsa que mistura portfolio com bolsa carteiro, chamada de Laptop CrossBody Bag:


Já as capanhas – tipo de bolsa para homem tem origem nos anos 70 com formato retangular com alça para se usar no pulso, mas tenho certeza que seu avô carregava embaixo do braçou são ideais para quando não se precisa (ou não se quer) carregar computador ou tablet.

Modelos de Capangas ou Clutches em couro da Louis Vuitton

sexta-feira, 9 de março de 2012

Legitimação: O “Assino Embaixo” da Moda

Fashion Bizarre"Amiga... você tá... exótica..." - Desfile da Little Shilpa na semana de moda de Bombaim

Da Língua Portuguesa, ato ou efeito de legitimar; justificação. O termo vem da palavra “Legitimar”, que significa tornar legítimo, reconhecer autêntico, justificar (definição do Dicionário Priberam de Língua Portuguesa).

Trocando em miúdos, legitimar é o bom e velho “assinar embaixo”!

Na moda, a tal da legitimação tem um papel muito importante. É sabido que desde o surgimento do fenômeno que chamamos de Moda, existe uma dinâmica de criação, cópia e descarte que movimenta as engrenagens desse mercado. No entanto também sabemos que o inédito causa estranhamento e repúdio – vale a pena ler “A Conquista da América” do Todorov para entender melhor a estranheza e o repúdio que o novo causam.

Índios
Os índios naõ curtiram muito o “estranhamento” dos colonizadores espanhóis…

Ora, se o motor da moda é a novidade e se a novidade gera estranhamento, como ficamos? Permanecemos estacionados no mesmo arroz com feijão das modas eternamente? É aí que entram em cena os “mecanismos de legitimação”. O nome é esquisito, mas o esquema é bem simples. Grosso modo, são eles quem, de certa forma, “autorizam” socialmente o uso de uma tal moda nova. No campo das artes acontece da mesma maneira. São os mecanismos de legitimação – a imprensa, a crítica etc – que definem o que é arte boa e o que é charlatanice.

Quem explica essa dinâmica muito bem é a minha querida amiga Cris Guerra, do Hoje Vou Assim. Em texto para a Revista Ragga, Cris fala sobre a onda das barras viradas:

“Funciona  assim. Alguém me  conta que  a Katie Holmes está usando jeans enroladinho na barra, eu confirmo a notícia no Google e então me sinto no direito de usar também. No dia seguinte vou feliz para o trabalho, usando aquela calça cuja barra eu não queria cortar, por pura preguiça. Aliviada, pois a Katie Holmes assinou embaixo. Eu, que já usei o jeans com a barra enroladinha no verão de 2003, mas não tenho como provar. Aí publico minha foto no blog usando o jeans enroladinho na barra e autorizo outras centenas de mulheres a usar também. Cada uma delas autoriza umas cinco amigas e pronto. O jeans com a barra enroladinha conquista o mundo”.

SPL42493_003Katie Holmes usando as calças de Tom Cruise com direito a barrinhas dobradas

Se uma reles mortal fosse fazer compra do mês com as barras da calça dobradas, seria considerada ridícula e sofreria bullying da caixa do estabelecimento. Mas, como foi a Katie Holmes quem apareceu em público com as canelinhas de fora, tudo bem! Por que isso? Porque, pelo menos em moda, as opiniões e escolhas da atriz são respeitadas. Isso porque ela exerce poder e influência sobre as pessoas. É o que em Sociologia é chamado de Poder de Referência, mas ísso é assunto para outro texto.

Recentemente, podemos identificar como duas forças legitimadoras as cantoras Lady Gaga e Adele. A primeira chancelou uma legião de fashionistas a experimentar, tentar e nem sempre acertar com roupas diferentes, combinações estranhas e inusitadas; Adele… bem, parece que a Adele fez com que o mundo permitisse os quilos a mais na silhueta feminina.

lady gagaAdele

Agora, cá entre nós, da mesma forma que seria muito chato se as nossas mães ainda escolhessem as nossas roupas, é muito bobo ter que esperar que um famoso X, ou um editor Y nos dê o aval para vestirmos o que quisermos. Pense nisso quando bater aquela vontade de passear vestindo aquela blusa esquistinha de que você tanto gosta ou quando bater aquela comichão de sair para dançar com o tal vestido que você amou, mas que suas amigas disseram que é cafona. Quem sabe VOCÊ não inspira outras pessoas e se torna um Legitimador?

sexta-feira, 2 de março de 2012

A Bolsa do Bom Jornalista

Bolsa

Depois de um longo e tenebroso inverno, a série de posts “A Bolsa do Bom…” está de volta. A brincadeira é a seguinte, chamo um ou mais amigos das modas para elaborar uma listinha muito da esperta que contenha os itens mais “salva vida” que um bom profissional do ramo deva levar em sua bolsa (ou mochila, ou pasta… nunca pochete!).

Para listar os itens da Bolsa do Bom Jornalista, chamei meus dois amigos: Glauco Sabino, dono do blog Descolex e redator do GNT Fashion da Lilian Pacce e a Andressa Zanandrea, repórter do IG Moda. Bora descobrir como ser um jornalista que vale por dois!

Glauco SabinoAndressa Zanandrea
Glauco e Andressa

Cadernos

1 Caderno e MUITAS canetas – Glauco e Andressa foram unânimes! Bom jornalista que se preze tem sempre caneta e caderno à mão. Glauco prefere os mais simples, daqueles que se compra na baciada, por qualquer cinco dinheiros. De acordo com ele, servem pra tudo “das anotações de reunião de pauta à receita de bolo que a colega da mesa ao lado me passou”.

Moleskine

2 Moleskine – Também sou fã dos caderninhos! Eles são muito práticos, resistentes e têm um compartimento espertíssimo para guardar cartões de visita e releases de desfile. Como são meio caros, dá um pouquinho de pena de ficar rabiscando os pequerruchos por razão nenhuma. Se também te doer o coração lascar a caneta sem pena nos Moleskines, faça como o Glauco e reserve-os para endereços importantes, senhas, número de cartão de milhas e outras informações importantes. Só não vá perder!!!

Celular

3 Celular – Se você pretende ser um jornalista high-tech como a Andressa, que tal usar o celular como gravador? É bem prático e economiza espaço na bolsa (dá para guardar mais brindes e ecobags hahahaha). Mesmo assim, a jornalista não substitui o bom e velho bloquinho de anotações.

Óculos

4 Óculos – “de sol pro carão, de grau pra enxergar” (SABINO, Glauco)

Pendrives

5 Pendrives – É patológico! Jornalistas perdem coisas. Também pudera! São oito pautas para apurar ao mesmo tempo, freelas para entregar e prazos apertadíssimos!!! No meio desse fuzuê é muito fácil se perder na desorganização. Seja previnido e leve sempre dois pendrives consigo. O seguro morreu de velho (e entregou as matérias na data!).

Diversão

6 Diversão – “All play and no fun, make of Jack a dull boy”. Se você assistiu a “O Iluminado”, vai saber sobre o que estou falando – se ainda não assistiu, fica a dica. Nem sempre o entrevistado chega na hora, nem sempre as coisas acontecem tão rápido quanto prevíamos e gostaríamos. Então para quê se aborrecer? Leve consigo uma revista, um iPod, um livro, um cubo mágico… qualquer coisa que entretenha tá valendo!

Barra de Cereal

7 Barrinha de Ceral – Esta dica do Glauco é valiosíssima e vale a pena a transcrição: “Tem dias que você passa tantas horas trabalhando que uma barrinha salva a vida. A Lilian Pacce que me ensinou essa. E eu sei que a Costanza, dentro daquela bolsica Chanel 2.55, sempre tem um saquinho com cenouritas. Mestras!” IMAGINEM A FOFURA QUE DEVE SER A COSTANZA COMENDO CENOURITAS!!!!!

Maquiagem

8 Kit de Primeiros Socorros de Higiene e Beleza – Nunca se sabe quando você terá um eventinho das modas e acredite, são TANTOS que não dá para lembrar de todos. Para não ser pego de calças curtas – ou com olheiras gigantes e bafo de onça – faça como a Andressa. Carregue na bolsa um kit simples de maquiagem contendo base, corretivo, rímel e lápis e mais alguns apetrechos de higiene como escova de dentes, creme dental, desodorante e perfume.

Bicicleta

9 Kit Ciclista – Se você, assim como o Glauco, é um ciclista urbano, é sempre bom ter uma camiseta balimpa na bagagem e um saco plástico para proteger seus pertences em caso de chuva. Uma capa de chuva também vai bem!

Bom senso

10 Bom Senso – Esta aqui é por minha conta. Na bolsa – e na cabeça – do bom jornalista, não pode faltar bom senso! Portanto, nada de deixar para trás as regras de gramática do colégio e os exercícios de apuração da faculdade. Bom senso sempre!