terça-feira, 25 de dezembro de 2012

Os presentes de Natal que você vai trocar

xati“Brigada pelas meias brigada eu”

Passaram as festas, você comeu mais pernil do que deveria, tomou mais vinho que o recomendado e acabou a ceia dançando Gangnam Style de roupa íntima em cima da mesa (ok… fui só eu?…). Eis que você se depara com um monte de bugigangas que ganhou e que não vai usar. Nesse caso, há duas opções: tentar customizar tudo ou imbuir-se de muita boa vontade e trocar tudo nas lojas. Se a sua coordenação motora e habilidades manuais forem tão boas quanto as minhas, sugiro a segunda alternativa.

Bem, já que você optou por trocar aquele lindo pijama bege que ganhou da tia Gumercinda, há algumas coisas de que você precisa saber. A partir de hoje começa a temporada de trocas, que emenda na temporada de liquidações. Ou seja, até abril as lojas estarão um verdadeiro pandemônio. Mulheres se agarrando pelos cabelos, crianças chorando, vendedores histéricos… o caos! Meu conselho é ter um amigo que pratique rúgbi – eu tenho a Giovanna –, ou, no caso de tentar trocar as mercadorias sozinho, fazer como eu e usar um bastão ou um guarda chuva para afastar a turba enfurecida.

Sem mais delongas, eis os presentes que você vai trocar (não lute contra isso):

Meias

Presentes de Natal que você vai trocar - Meias

Já falei delas aqui no blog. Em 1899, na cidade de Haia, na Holanda, aconteceu uma célebre reunião: a Convenção das Avós (também teve a Convenção de Haia…).  Avós de todas as partes do globo terrestre se reuniram para discutir maneiras de tirar sarro de seus netos e chegaram à conclusão de que, afora usar Merthiolate para curar todas as doenças do mundo, presentear com meias era o nível máximo de trollagem que uma avózinha poderia atingir. Ok, vovós! Já entendemos o recado!

Troque por: meias coloridas e diferentes com padrões divertidos.

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Meias

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E para elas:

Meias de coração

Pijama Bege

Presentes de Natal que você vai trocar - Pijama BegePresentes de Natal que você vai trocar - Pijama Bege_

É público e notório que o Natal se trata de uma festividade cristã. A celebração do nascimento de Jesus Cristo, filho de Maria e concebido sem pecado – que é um ótimo eufemismo para trepar. Creio eu que os católicos mais fervorosos, na tentativa de dar prosseguimento à tradição bíblica, presenteiam seus entes mais queridos com pijamas da cor bege, porque acho que ainda está pra ser criada uma peça de roupa mais corta clima que essa e, sim, eu estou levando em consideração a lingerie cor da pele!

Troque por: pijamas com estampas divertidas para dar uma animada.

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Este aqui eu achei bizarro e quis compartilhar:

pijama bizarro

Bibelôs

Bibelôs

É simples assim: NINGUÉM gosta de bibelôs. Ninguém mesmo. O dono da fábrica de bibelôs não gosta de bibelôs, a presidente do fã clube de adoradores de bibelôs, lá no fundo do coração, sabe que odeia bibelôs. Sendo assim, por que alguém, em sã consciência presentearia alguém com essas abominações de porcelana?!

Troque por: cacarecos criativos e meio artísticos.

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Boa sorte nas trocas e feliz ano novo! :D

sábado, 17 de novembro de 2012

A função do figurino - O caso Balé Triádico

Figurino de Young VictoriaYoung Victoria, filme premiado com o Oscar de melhor figurino em 2010

Um rei traja-se de modo diferente de um plebeu; uma dona de casa não se veste como uma prostituta; Ulisses não usava os mesmos trajes de Rei Lear, Medeia não se vestia como Lady Macbeth e assim por diante. É através da roupa que compomos a primeira imagem dos personagens do teatro e da vida real. O figurino é parte compositiva do personagem e, assim como na vida real, ajuda a construir sua identidade e situá-lo historicamente. Um homem nu em meio ao nada é um homem de caráter impessoal e atemporal. Está perdido no vazio.

Agora, pense em um espetáculo cujas formas humanas dos personagens estão ocultas por armações sofisticadas e malhas com enchimento. Uma peça de teatro composta por um elenco que mais parece uma coleção de bonecos esquisitos e sem gênero. Você acabou de pensar no Balé Triádico, um espetáculo de dança desenvolvido pelo artista e coreógrafo alemão Oskar Schlemmer. Sua estréia se deu em 1922, em Stuttgart, Alemanha.

Wunderbar!

Oskar era membro da Bauhaus, escola de artes e design do início do século XX, e isso nos diz muito sobre seu trabalho no Balé Triádico. A Bauhaus foi fundada em 1919 pelo arquiteto alemão Walter Gropious e priorizava a racionalidade funcional. Os ornamentos clássicos eram desprezados em favor de um design composto por linhas limpas e ângulos retos.

O Balé Triádico subverte a lógica do figurino enquanto sistema ergonomicamente projetado para o livre movimento do ator. A roupa desse espetáculo, através de sua construção, inibe o reconhecimento do sexo, do status, da idade e da localização do personagem. Além disso, muitas das peças foram compostas para que os dançarinos tivessem seus movimentos tolhidos. A bailarina não pode abaixar seus braços porque em sua cintura estão afixados dezenas de aros. O dançarino – ou seria dançarina? - tem sua cabeça coberta por um globo metálico. Outras peças, pelo contrário, contribuem para que a roupa sirva como extensão do corpo do artista, como é o caso da dança das varetas, ato em que o bailarino tem longas hastes afixadas em seus membros.

Dança das Varetas

É um figurino revolucionário porque subverte suas funções originais. Tudo que se espera da roupa de um dançarino é que permita seus movimentos. No entanto, o movimento almejado não é o humano. Existe o desejo do movimento mecânico. Compassos sincopados ditam o ritmo de uma dança nervosa, até um pouco tensa. O modernismo latente via o corpo como máquina.

O Centro Universitário Senac reproduziu alguns dos trajes originais do balé em 2010 e fez uma reedição da apresentação em três atos. É possível assistir ao espetáculo pelo Youtube.

Das Triadische Ballett

De uma forma bastante particular as roupas desse balé alteram o gestual humano, tanto no momento da apresentação, quanto no momento da preparação do espetáculo, afinal, não se veste uma grande cabeça de lata ou uma roupa de varetas com a mesma facilidade com que se veste um par de jeans. Através das relações de forma e função, o Balé Triádico cria novas dimensões para o corpo humano e subverte as noções de temporalidade e identidade do personagem teatral.

Reprodução dos figurinos de 1970:

Este texto foi originalmente escrito para a U+Mag, revista do gracinha do Romeu Silveira, editada por Luigi Torre e André Rodrigues.

segunda-feira, 29 de outubro de 2012

Beleza Possível



Não sou a pessoa mais vaidosa do mundo. Apesar do armarinho de banheiro cheio de cremes que fui ganhando quando trabalhava diretamente nas modas, não uso nem 10% do que tem lá. O motivo? Não tem tempo! Ou até tem, mas tá em falta! Recentemente, fui diagnosticado com Ptiríase Rósea de Gilbert – nome belíssimo -, umas erupções cutâneas rosadinhas que não coçam nem são contagiosas nem fazem nada demais. A dermatologista recomendou apenas que eu hidratasse a pele diariamente e tomasse sol regularmente – adeus bronzeado de escritório! -. Quem disse que eu me lembrei de fazer algum dos dois?! Aí vem a editora X querendo dizer que o creme Y é imprescindível para a minha sobrevivência. Ora por quem sois, minha nega! Por isso, pedi para que duas amigas lindíssimas me dessem suas dicas de beleza possível. Truques de quem trabalha, cria filho, assovia, chupa cana e sustenta o look.



A Deborah Bresser, editora do site Glamurama, revelou que ainda não conseguiu ser a “mulher custo zero”, aquela independente que dá conta de pintar os próprios cabelos, maquiar-se e depilar-se com maestria, mas que faz o básico: “Vou ao salão uma vez por semana, todo sábado, para fazer a unha. Frequento um salão pequeno, de bairro, próximo à casa da minha mãe no Bom Retiro. Mas é que aí aproveito para visitar a mamys”. Além disso, faz escova progressiva de 4 em 4 meses, mas quanto aos cabelos, diz que a genética lhe foi muito grata: “Tenho a vantagem de não precisar pintar o cabelo ainda, o que ajuda muito a me manter longe do salão”.

Corredora inveterada, Deborah também adaptou seus pequenos rituais de beleza para a prática esportiva: “Como eu treino todo dia, não dá tempo de esperar pelo crescer para fazer depilação... então mando bala na gilete mesmo”. Ainda tem tempo para um mimo ou outro: “Cabelo eu corto de 6 em 6 meses, quando dá, com o Paulo Cesar Schettini, do MG Hair Design. É meu luxo, hahahah. E, bem, faço massagem em casa toda segunda-feira porque ninguém é de ferro. Fora isso, conto com o charme e a beleza do meu DNA hahahaha”.



Minha outra amiga belíssima é a Liliane Ferrari (Lili para os íntimos e Lilica só pra mim). Ela é editora de conteúdo do Petiscos, site da Júlia Petit e está sempre rodeada de produtos de beleza e de moçoilas bonitas. Ela revela que o corre-corre do cotidiano não deixa muito espaço para tratamentos muito sofisticados e longe de casa. Até marcar hora no cabeleireiro está difícil! Mas nem por isso ela se desleixa: “Se te disser q faz quase um ano que não vou cortar o cabelo você acredita? Pra que cortar a juba enrolada se meu cabelo cresce pra cima? hahahah
Cuido em casa mesmo não tenho tempo pra salão... infelizmente porque tem uns que eu adoro como o do Charles Motta, mas a correria não me deixa!”.

Ela se diz uma bela de vaidades e hábitos simples: “gosto de hidratante Hidrafil ou Eucerin de dia a dia e uns creminhos pra dar viço da Kiehl´s e da Lancome, a vitamina c da SkinCeuticaus, nutritivo da Olay e muito demaquilante da Nivea”. E ainda conclui lindamente:

“E o resto é a vida! “

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

40 dias de tênis - um caso de amor



Já pensou em ter de usar a mesma roupa por 40 dias seguidos? Mais de um mês olhando para a mesmíssima produção sem a mínima possibilidade de variação. Uma seara que dura pouco mais de um mês, mas que parece se arrastar por longos 40 anos no deserto! Pois foi esse desafio que passou Luciana Costa, jornalista que tem ligação especial com a moda, sócia da empresa de consultoria em mídia social Bites e minha chefe. Por orientação médica, ela teve de usar o mesmo par de sapatos por 40 dias. A experiência foi tão divertida - para mim, que assistia a tudo - que pedi um relato dela. Olha só:


"Tenho 41 anos, mas penso como alguém de 95 costumava pensar no início do século 20. Ou seria final do século 19? Aprendi  ainda na juventude (ainda se fala juventude?) que sapato tênis (no meu tempo chamávamos tênis de sapato tênis) era para crianças, adolescentes e atletas. Quando o ortopedista sentenciou “você precisa usar tênis por 40 dias seguidos”, pensei: Não sou criança, adolescente, ou atleta. Logo, o tênis estava fora de cogitação. Prescrição inapropriada dada é prescrição inapropriada esquecida. Dias depois, visito a reumatologista (Não falei dos 95?). E não é que escuto: “40 dias de tênis ou cirurgia nos pés. O que você prefere?” Como são assertivos os médicos de hoje. Onde foram parar as meias verdades da minha juventude (início do século 20. Ou seria final do 19)? Eu preferi visitar imediatamente uma loja da Nike, a primeira que encontrei. Refeita da perplexidade com a obrigação de usar tênis todos os dias o dia todo (que passariam rápido, imaginei) escolhi um modelo laranja avermelhado. Ou seria um vermelho a caminho do Pink?



"Para suavizar ou esconder o tênis laranja avermelhado ou vermelho a caminho do Pink só roupa preta. Todos os dias. Pelos 40 seguintes. 40 dias passariam rápido? Nem a pau. Não ando arrumadíssima, não uso salto alto, não sou alvo de paparazzi, não faço fotografias do look do dia para publicar num blog e não costumo me encontrar com a Costanza Pascolato. Por que tanto drama?



"Porque tênis me engorda ainda mais e não combina comigo. Em algumas pessoas o tênis orna que é uma beleza. Mas não. Infelizmente não é o meu caso. É engraçado ouvir as moças que adoram contar que herdaram o estilo e o closet da avó, locomotiva da sociedade (ainda se fala locomotiva?). Mas o que eu herdei da minha foi uma necessidade absurda de dar explicações. Em geral a quem não pediu.  E para o manobrista na saída da Nike já fui explicando que o tênis era uma recomendação médica e etc. Acho que contei a mesma história umas 3, 4 vezes ao dia. Vamos cravar 4 explicações em 40 dias e chegamos em 160 explicações. E sempre a quem não me perguntou absolutamente nada.



"O ânimo do período variou entre o irritada, irritadíssima e  to me lixando. Alguns dias mais arrumadinha e outros nem tanto. Em certas ocasiões o tênis puxou um jeans que levou a uma camiseta de malha. É verdade, tem gente (só conheço a Angelina Jolie) que fica linda de tênis, jeans e camiseta de malha. Mas uma vez mais, não é o meu caso.  Assim, o moto contínuo seguiu.

"Os 40 dias acabaram. E não é que to sentindo falta do conforto do calçado de crianças, adolescentes e atletas. Ainda mais na minha idade. 95 anos, lembram-se?".


segunda-feira, 15 de outubro de 2012

Vish! lança Verão 2013 pra lá de caseiro



Posso estar me repetindo, mas: tem novidade no pedaço! A Vish!, marca catarinense comandada pela dupla Andréia Passos e Luiz Wachelke acaba de lançar sua coleção de verão. Sob o mote de Home is where the heart is, a linha é uma explosão de florais simpáticos e de detalhes espertinhos.

Atualmente apaixonado por esta camisa branca...



Nossa casa é nosso refúgio, nosso abrigo, nosso “piques“ quando as coisas apertam e as perspectivas de uma vida longe de casa, à primeira vista, parecem assustadoras! Apesar de toda independência que abandonar o ninho significa, existe sempre aquele medo da não adaptação, de ficar se sentindo um peixe fora d'água...




A coleção tem um jeitão de fim de tarde de verão, meio bucólico, meio com gosto de fim de férias escolares e transborda sensibilidade nos detalhes dos tecidos maquinetados e no capricho dos acabamentos. 

Mas é como diz o outro, amigo é casa. E quem tem amigos, nunca está só. Se bater aquela pontinha de saudade, fique tranquilo, pois o lar é onde mora o coração.

sábado, 29 de setembro de 2012

Nós somos umas gracinhas!

Hebe Gracinha

Sabe aquela tia do interior, meio exagerada, que fala alto e faz todo mundo rir e cuspir farofa no almoço do domingo? Pois é essa a imagem que eu tenho da Hebe. A mulher que, se não fez, presenciou o parto da televisão brasileira não nos deixou na madrugada de sábado, só foi se encontrar com a Nair Bello para jogar tranca e tomar bons drink. Com seu jeito despachado, joias (bijuterias jamais) espalhafatosas e figurinos extravagantes, a Hebe representa uma espontaneidade que é natural do brasileiro e talvez seja por isso que estejamos tão comovidos com a sua passagem.

Hebe nasceu em Taubaté, interior de São Paulo e começou a carreira cedo, no rádio. Com sua irmã, formou a dupla Rosalinda e Florisbela e passou a se apresentar na rádios Tupi e Difusora. Depois, a “estrelinha do samba”, como ficou conhecida, passou a se apresentar em boates, cantando boleros e sambas. Posteriormente, a convite de Assis Chateaubriand, participou da primeira transmissão televisiva do país:

Hebe Camargo e Ivon Cury na primeira transmissão ao vivo da TV brasileira

Em 1955, apresenta o programa O Mundo é das Mulheres, que lhe dá grande projeção na mídia. Seu talento como apresentadora fica mais evidente em 1966 no Programa Hebe Camargo. Na época da Jovem Guarda, recebia Ronnie Von, Wanderléa, Roberto e a turma toda em seu palco e chegava a abocanhar 70% de toda a audiência nacional. Anos depois, seu programa da segunda-feira à noite se torna uma das atrações mais tradicionais da televisão.

Hebe Diva!!!!!

Apresentadora, cantora, atriz e meio parente de todos nós, Hebe Camargo reside no nosso imaginário como uma figura que conseguiu o sucesso e a fortuna através do trabalho, da honestidade e do bom humor. Uma pessoa que toma champanhe comendo frango a passarinho, conta piada e palita os dentes quando não tem ninguém vendo. No fundinho, todos queremos ser um pouco Hebe Camargo… e todos somos!

Ah sim! A melhor imitação da Hebe de todos os tempos é da Dani Calabresa <3

quinta-feira, 27 de setembro de 2012

Tendências do Inverno 2013 por Adar Tecidos

É religioso! Todo ano vou conferir o Trend Preview da Adar Tecidos. Sem maluquices conceituais e teóricas, a equipe de pesquisa e marketing dessa tradicional têxtil paulistana apresenta a confeccionistas, compradores e jornalistas as tendências de comportamento e de moda que vão pipocar nas vitrines e lojas na próxima estação. Sem mais delongas, os temas do Inverno 2013:



MILITAR

O General Inverno reaparece. Já velho conhecido da estação gelada, o estilo militar surge de modo bastante lisonjeiro para as mulheres. Nada de bolsos cargo e modelagens que alarguem a silhueta. O que vimos foi um milico sensual e bem justinho. Vale a pena acreditar nos casaquetos acinturados, camisas e saias lápis. Tudo guarnecido com bordados, insígnias, galões, martingales e afins.





MINIMALISTA

Menos e mais, mas não tão menos assim… esta temática tem como referências a estética sessentinha e toda essa brincadeira de retrofuturismo que está aparecendo agora. As cores e tecidos aparecem em blocos sólidos. Exploram-se os padrões clássicos, como o pied-de-coq e as modelagens abauladas (viva o peplum e a saia tulipa!). Alfaiataria e couro dão as mãos e saem lépidos e fagueiros pelas passarelas da vida. Vale dar uma olhada nas últimas coleções da Balenciaga para entender melhor a história toda.





ÉTNICO

Wanderlust é a palavra! Esse palavrão alemão exprime o desejo de uma pessoa de sair viajando pelo mundo a fim de se encontrar. Se a cidadã vai encontrar a si mesma, não se sabe, mas o que é certo é que pelo caminho trombou com a estampa Caxemir (ou Paisley para os pretensiosos), com os grandes florais russos e com os motivos da porcelana chinesa. O resultado dessa mistura toda é uma roupa viajandona, cheia de detalhes e passamanarias. Diversão garantida.






BARROCO

Cultura pop mandou um beijo! Pegue os vampiros, junte com o pessoal de Game of Thrones, a saliência toda da guria de 50 Tons de Cinza e a mostra do Caravaggio e jogue tudo no liquidificador. Você obterá uma linha de roupas riquíssima em detalhes rendados, referências religiosas, como o crucifixo, spikes, chatons e cristais. Detalhes em couro são bem vindos no cós, bolsos e em forma de listras laterais de calças. O jacquard aparece para dar clima de decoração às peças. Camisas com perfume vitoriano e eduardino são boas pedidas. Para entender melhor, veja a última coleção da Balmain.





CORES

Azul Cobalto

Bordô

Laranja ou Tangerine Tango...

Mostarda

Púrpura

Terrosos, mas de leve

Verde Esmeralda

Vermelhão


PEÇAS PARA INVESTIR:

- Casaco milico
- Parka de sarja
- Jaqueta quadradinha
- Jaqueta perfecto com tachinhas e/ou spikes e/ou cristais
- Vestido-Camisa
- Capa
- Blusa rendada
- Vestido Peplum
- Camisa com jabô
- Vestido liso e abaulado
- Calça reta
- Calça skinny de caçar caranguejo no mangue (ou cropped)
- Saia curtinha de pregas largas
- Camisa jeans com aplicações metálicas

Um montão de coisa, né? Pois ainda tem mais lá no site da Adar. Basta visitar a seção Moda e Tendências.